ora ouvia leves ruídos que lhe pareciam suspeitos, ora era o silêncio suspeito. tudo lhe parecia suspeito. se tivesse um espelho, o reflexo lhe seria suspeito. sentia-se vigiado em seu próprio quarto. assim sendo, decidiu passar aquela noite em sentinela. teria pela frente mais algumas horas antes de amanhecer. estando ali, sabia o quanto seria difícil manter-se acordado. a noite, Praga torna-se extremante sedutora, implacável com aquele que foge às regras. é claro que ele sabia bem disso. lembrou da última vez que estivera na cidade, há quase um ano. a lembrança era tão viva que quase podia tocar: Millena.
continua…
nota: é o pior fragmento de todos até aqui. demasiado feio. mas eu precisava me livrar do último.

3 comments
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28 28UTC Abril 28UTC 2008 às 1:11 pm
Esfinge
Parece interessante, o cenário (Praga) com certeza ajuda muito ,mas primeiro preciso ler as outras poestagens pra entender o que se passa.
Abraços!
28 28UTC Abril 28UTC 2008 às 1:34 pm
Lissandra
Gostei do texto e estou ansiosa para saber o desfecho
da história…
INTERESSANTE!!!
Suas poesias tem uma sensibilidade indescritível. emocionam. Adorei
Parabéns!
Bjs!
28 28UTC Abril 28UTC 2008 às 1:38 pm
priscilla
estou no aguardo com interesse. inda acho que cê precisa ler “a insustentável leveza do ser”. sei das janelas trancadas. (e) essas notas finais suspiram emo.